A ARQUITETURA DA FELICIDADE BRASILEIRA NO RIO DE JANEIRO
Quem disse que precisamos sair do Rio para sermos felizes? A favela, a praia, o samba, a gata de Ipanema, a natureza exuberante, o patrimônio artístico, cultural e arquitetônico. Todos mesclados coloridos, leves e criativos.
Dinheiro é sinônimo de felicidade? Se fosse assim a elite brega burguesa estaria mais feliz com seus prozacs e cirurgias plásticas. Seus bonitões cafonas e endinheirados. Suas revistas de caras, bocas e bundas.
O modelo do consumo está mudando, a educação está mudando, só não se tocou quem é alienado. Quem não busca entender o pensamento da sua época. Vive de imagem, vive do passado, de uma cultura arcaica e demodé.
A minha pesquisa sobre a construção e formação das identidades subjetivas da cultura jovem urbana vai indo de vento em popa.
Os debates que tenho participado, os cursos de sociologia, a pesquisa sobre o uso da ferramenta tecnológica e como a transformação da cultura para o novo milênio vai contribuir para a formação desse novo indivíduo.
Cabe a nós arquitetos e urbanistas a construção desse lugar que vai acolher, transformar e desenvolver a capacidade desses seres tão especiais. A criança se tornou através do meu olhar a mola mestra desse trabalho.
A pesquisa de campo, as informações coletadas e principalmente analisada em detalhe aliando a esperança e a fé ( espiritualidade) a pesquisa científica ( interatividade multidisciplinar) a responsabilidade e a ética ( valores de excelência nos moldes dos maiores líderes) vão moldar esse novo espaço.
Para isso preciso contar com a ajuda e a transmissão das experiências dos que saíram na frente.
A elite intelectual brasileira, não os estudantes da puc, mas aqueles que são atualmente no país modelo de ética, correção e responsabilidade social. E é com isso que eu conto para o primeiro passo nessa grande jornada.

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